04 Dezembro 2025

A classe jurídica defende uma revolução digital responsável, com mais formação para tirar partido da IA ​​sem comprometer as medidas de segurança.

Da esquerda para a direita: Miguel Torres de Miguel, Diretor de Estratégia e Organização de Talentos da Accenture; Mercedes Grijalvo, professora da UPM; Jairo Vázquez da agência NTT DATA; Elena Fernández, Diretora da Fundação para a Formação da Ordem dos Médicos; José Antonio Galdón, Presidente da COGITI; e Miguel Hermosa, Presidente do Subcomitê de Justiça Digital da Profissão Jurídica.

A disrupção tecnológica no setor jurídico deixou de ser uma promessa e se tornou uma realidade operacional. E, nesse novo contexto, a advocacia deve encarar a IA como uma auxiliar, e não como uma substituta, como destacou Miguel Hermosa, presidente da Subcomissão de Justiça Digital da Ordem dos Advogados, em um encontro sobre digitalização organizado pela Escola Superior Técnica de Engenheiros Industriais da Universidade Politécnica de Madri (ETSII-UPM).

No encontro "Competências digitais do presente, para os profissionais do futuro", realizado nesta quinta-feira em Madrid, Hermosa destacou os desafios que a revolução da IA ​​impõe à prática do Direito, onde essas novas competências devem proporcionar segurança jurídica e constituir uma vantagem competitiva.

“O valor da profissão jurídica reside na sua capacidade de combinar o conhecimento jurídico especializado com recursos digitais avançados que permitem resultados otimizados e maior eficiência”, enfatizou.

Hermosa destacou que a formação “é a ponte para reduzir a lacuna entre a tecnologia disponível e a sua utilização efetiva; ajuda a superar o medo e a compreender o verdadeiro alcance da inovação, bem como os riscos e a forma de os enfrentar”. A mesa-redonda, moderada por Jairo Vázquez, da agência NTT DATA, contou também com a participação de Elena Fernández, diretora da Fundação para a Formação da Ordem dos Médicos da Espanha, e José Antonio Galdón, presidente da COGITI.

O evento, promovido pela Cátedra de Competências Digitais da UPM em colaboração com a Upro, o Programa de Formação em Competências Digitais para Associações Profissionais, contou com a intervenção de Sergio Domínguez Cabrerizo, diretor da ETSII; a apresentação da Cátedra foi feita por Mercedes Grijalvo, professora titular da UPM, e Miguel Torres de Miguel, diretor de Estratégia de Talentos e Organização da Accenture.

O dia terminou com uma mensagem clara: os profissionais precisam desenvolver competências digitais para prosperar num mercado cada vez mais competitivo, e a Upro pode ser uma parceira valiosa para atingir esse objetivo. Ela oferece um programa técnico abrangente e de alta qualidade, com 150 horas de formação, ministrado num formato híbrido e flexível, permitindo que os profissionais adquiram as competências necessárias para enfrentar os desafios das suas carreiras. As inscrições ainda estão abertas, então não fique de fora!.

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